SBT 38 Anos: Programas Infantis que marcaram uma geração
Por: Danny De Moura 16:31:00 #Colunas , #EmEquipe , colunas
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| Mara Maravilha foi um dos grandes nome dos programas infantis nos anos 80 e 90 - Créditos: SBT |
Olá #Amoras. Nos 38 anos do SBT, não podemos deixar de falar de um segmento que durante muitos anos, foi o grande carro-chefe da emissora de Silvio Santos, os programas infantis.
Os programas fizeram parte da programação do canal durante muitos anos e permanecem ainda vivos na memória de muitos telespectadores que foram crianças no final dos anos 80, início dos 90.
Vamos relembrar agora, daquelas atrações infantis que alegraram as nossas manhãs e tardes da emissora.
Foi um programa de enorme sucesso de audiência durante muito tempo, sob o comando da apresentadora Mara Maravilha. O programa estreou no dia 6 de abril de 1987, às 16h30 da tarde, substituindo a segunda parte do programa Bozo, onde com o fim da atração, passou a ocupar toda a faixa vespertina do SBT e em 1991 foi migrado para o horário da manhã, batendo de frente com o Show da Xuxa e com a TV Colosso da Rede Globo.
Em 1994, Mara recebe uma proposta de uma emissora argentina para comandar uma atração naquele país, e no dia 16 de fevereiro de 1994, foi ao ar o último Show Maravilha, com reprises até o dia 19 de março daquele ano.
Oradukapeta
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" Oradukapeta" - Créditos: SBT
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O carro-chefe da atração, sem sombra de dúvidas era a brincadeira “Porta dos Desesperados”, que levava as crianças da plateia à loucura para participar desse quadro. Devido ao enorme sucesso que estava fazendo, Sérgio Mallandro deixa o SBT e assina com a Rede Globo em 1990, ocasionando o fim do seu programa, porém em 1994, com o fim do Show Maravilha, o apresentador retorna ao SBT para comandar o Programa Sérgio Mallandro nas manhãs do SBT ficando menos de um ano no ar.
Do Ré Mi Fá Sol Lá Simony
"Do Ré Mi Fá Sol Lá Simony" - Créditos: SBT
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No dia 15 de agosto de 1988, a cantora e apresentadora Simony estreia no SBT o seu programa "Do Ré Mi Fá Sol Lá Simony" às 10h30 da manhã. O programa tinha como temática, a preservação da natureza e contava com desenhos, músicas e brincadeiras, e como apoio de palco Simony contava com auxílio de 4 personagens que eram o Palhaço Gargalhada, Cordélia a Fada das Cores, Professor Osório e o Papagaio Alvarenga.
Programa Mariane
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" Bozo" - Créditos: SBT
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"Bozo" sem sombra de dúvidas foi um dos programas infantis mais populares da TV brasileira.
O carismático palhaço, encantava crianças e com os personagens Vovó Mafalda, Salci Fufu, Maroca, Candinho, Zico, Macarrão, Garoto Juca, King Bozo, Kuki, Bozolinda, encantou uma geração de 15 de setembro de 1980 a 2 de março de 1991.
O programa foi muito popular entre o público infanto-juvenil, já que até adolescentes faziam parte da plateia de Bozo, chegando a ganhar o Troféu Imprensa entre os anos de 1981 e 1986 como o melhor programa infantil do Brasil.
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"Casa da Angélica" - Créditos: SBT
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"Casa da Angélica" foi atração do SBT de 09 de agosto de 1993 até 11 de maio de 1996.
O programa tinha música, plateia, desenhos e quadros de humor. "Casa da Angélica" era exibido às 15h em 1993. Em 1994 às 16h o programa conseguia um alto índice de audiência para o SBT (11 pontos) enquanto era exibido no horário da tarde. Em 1995 foi para às 7h30.
Bom Dia & Cia
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| "Bom dia e Cia" - Créditos: SBT |
Bom Dia & Cia é um programa de televisão infantil brasileiro exibido pelo SBT desde 2 de agosto de 1993.
É conhecido por ser o programa infantil brasileiro há mais tempo em transmissão, focado principalmente em apresentadores e desenhos animados sendo um dos mais populares programas infanto-juvenis do mundo.
Rede Brasil anuncia a transmissão ao vivo do campeonato de várzea "Desafio ao Galo"
Por: Gabriel Gainsbourg 16:11:00 #SessãoTV , recentes , Sessão TV
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| Papo em Dia - Créditos: Fernando Diaz |
BTS anuncia pausa na carreira
Por: Gabriel Gainsbourg 16:01:00 #OMaravilhosoMundoDoKPOP , música , recentes
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| Créditos: The Cheat Sheet |
"Se vocês tiverem a chance de encontrar algum membro do BTS enquanto estão de férias, pedimos para que considerem a necessidade de descansarem e aproveitarem a vida particular".
La Usurpadora: Primeiras impressões do remake do Fábrica de Sueños
Por: Hiago Júnior 14:07:00 #Colunas , #EmEquipe , colunas
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| Sandra Echeverría como a icônica Paola Bracho em cena do remake de "La Usurpadora" do projeto Fábrica de Sueños - Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
A nova versão do clássico das gêmeas ainda não estreou na TV, mas a Televisa liberou os cinco primeiros episódios do remake através das suas plataformas digitais.
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| Vamos comemorar Paola? Sandra Echeverría em cena do remake de "La Usurpadora" do projeto Fábrica de Sueños - Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
Primeiras impressões Leandro Martins (@LeandroMartyns1)
La Usurpadora começou com um grande fôlego, ágil e cheia de elementos, Carmen Armendáriz nos apresentou uma boa premissa, a direção e disposição das câmeras são ótimas, paisagens idem, o que foi interessante é que a produtora não ficou presa ao enredo anterior, foram criadas situações e personagens novos, além da mudança de personalidade de alguns, que foram bem precisas.
O que beneficiou foi um elenco bem escolhido, Sandra Echeverria, diferenciou muito bem sua Paola daquelas que conhecemos anteriormente, a mesma está bem mais fria e não tem medo de mandar matar, deu vontade, faz e não manda recados. Já sua Paulina, a princípio está sonsa, como era de se esperar, mas acredito que poderá deixar de ser assim e se tornar uma personagem que possamos torcer.
Carlos Bernal de Andrés Palácios me lembrou muito seus personagens anteriores, não é que não tenha gostado, mas o perfil é parecido, então fica complicado mudar o tom. Gema Vidal de Daniela Schmidt, a personagem ainda não se mostrou como uma antagonista, mas acredito que vá se tornar, por conta da paixão aparentemente doentia que sente pelo protagonista.
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| German Bracco e Andres Palacios, pai e filho no remake de "La Usurpadora" - Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
O que falar do Emílio feito pelo German Bracco? Personagem super complexo, super difícil e o ator está mandando super bem, um dos que mais gostei até aqui, Juan Carlos Barreto, ótimo como Manuel, bom vê-lo fazendo vilão, Juan Martín Jáuregui é um bom ator, embora não tenha gostado muito do personagem, achei que não precisaria existir, assim como achava que não tinha necessidade do Luciano em 1998.
Por último e não menos importante, Vovó Piedade, desta vez não teremos ela pedindo conhaque, mas pelas primeiras impressões, vai ser bem irônica e debochada, só achei uma pena ser pouco ativa nesse início, mas provavelmente isso deve mudar.
É meio incrédulo o público acreditar que Paulina não viu Paola em revistas ou na internet, mas podemos "passar o pano" pelo fato dela morar em um lugar humilde e de poucos recursos, mas mesmo assim, fiquei me questionando, o que também não ficou bem explicado foi como Paola foi entregue para adoção, mas acredito que isso possa ser contado no decorrer da trama, afinal de contas, é uma peça chave.
Quando houve a usurpação, Paola poderia ter contado mais detalhes do casamento, ficou tanto quanto superficial o motivo da crise do casal presidencial, mas também é possível compreender que Carmen Armendáriz e os escritores não vão entregar tudo tão mastigado ao público. Fica subentendido que o que deteriorou o casamento foi a vida presidencial e as regras que ela se vê obrigada a seguir.
Outro ponto que não flui bem é o fato de não ter uma "Lalinha", a personagem fazia toda a diferença na hora de criar as fanfics na casa e também ficar chantageando a Paola.
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| Paola também chora? Sandra Echeverría segue dando um show de atuação na pele da malvada irmã. Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
Podemos esperar uma trama bem interessante, esse início é bem animador, a personagem da Ana Bertha Espin promete boas sequências, espero que explorem o vício em jogo da mesma, a relação da Paola com Lisette é bem difícil, claramente não gosta da filha, também está prometido um plot de bullying envolvendo a mesma. Como telespectador, espero que vá bem, o Facundo Nava promete ser uma pedra no sapato da Paola, creio que virá um triângulo amoroso; Paulina, ele e Carlos, mas os personagens que me dão mais perspectiva são Paola e Emílio, pela história, pelos atores perfeitos no papel e pelo grande desenvolvimento, assim espero, que virá.
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| Pôster promocional da série "La Usurpadora" - Créditos: Televisa S.A |
Primeiras impressões Eduardo (@ErComenta)
Antes um melodrama rosa, agora ela é política, policial e devido seu formato curto, as soluções são mais práticas, o que de certa forma nós deixa com um gostinho de quero mais, as gêmeas perdem tempo de tela para os outros núcleos irem ao ar, o que pode deixar o telespectador ansioso por mais das gêmeas.
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| Novela turca? Que nada. É Paola travestida para encontrar o amante e não ser reconhecida. Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
Onde tínhamos um vilã egoista, focada apenas em realizar seus desejos, a nova Paola se mostrou levada mais por sentimentos, e esses se tornam sua ruína, em um plano em que supostamente era tomando como perfeito, uma vilã levada por impulsos faz com que seus planos sigam um curso errado. Podemos odiá-la e ao mesmo tempo rir de suas artimanhas que dão errado.
Paulina se mostrou mais altiva do que a Paulina de 98, já é casada, luta por direitos sociais, uma espécie de primeira dama dos pobres. Ela nos faz criar empatia por sua força e coragem.
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| Uma boa dose de champanhe para esquecer a vida de primeira dama do México: cobranças e mais cobranças; a gente te entende Paola. Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
Primeiras impressões Jorge (@JorgeLuisSQ)
LA USURPADORA
Disponível no aplicativo do Canal Las Estrellas e no site do mesmo canal, o primeiro capítulo da versão atual de La Usurpadora parece prender o espectador desde os primeiros minutos. A proposta do projeto “Fabrica de Sueños” da Televisa busca reviver grandes clássicos da dramaturgia do canal das últimas décadas. A novela escolhida para se transformar em série de 25 capítulos foi justamente uma das novelas mais vendidas de todos os tempos. O drama de Paulina em ser obrigada a usurpar o lugar da irmã gêmea má, Paola, que tantas vezes conquistou o Brasil e o mundo, volta agora como um thriller político repleto de ação e cenas fortes.
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| A família perfeita? Longe disso; as aparências enganam. Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
PROTAGONISTAS
Sem dúvida alguma o destaque para o primeiro capítulo é da atriz que interpreta as protagonistas. Sandra Echeverría da vida a duas personagens que em nada lembram a atuação teatral e muitas vezes caricata dada por Gabriela Spanic em 1998. É importante lembrar que era costume das novelas mexicanas rosas antigas manter essas características de drama exagerado nas novelas. Nos últimos anos a Televisa tem tentado se afastar desse molde, trazendo atuações mais próximas da naturalidade e da realidade.
Sandra, na atual versão, dá vida a uma Paola calculista, determinada e capaz de matar quem se por em seu caminho, com o ideal de sair de uma vida como primeira dama que a sufoca. Ela traz consigo a mágoa de ter sido adotada e por não ter vivido a vida de liberdade que queria.
Paulina, por sua vez, mora na Colômbia e trabalha como ativista social, ela é casada e faz da sua própria casa extensão do trabalho ao levar as crianças desalojadas para viver consigo. Seu maior drama aqui é transformar a vida das crianças de quem cuida. Seu casamento não anda bem e existem constantes brigas por causa de seu trabalho.
O personagem Carlos Bernal (Andres Palacios), agora presidente do México, é rejeitado pelo povo e vive uma crise em seu governo com constantes protestos e insatisfação dos eleitores. Como se fosse pouco, Paola quer se divorciar e seus dois filhos dão mais problemas que na versão anterior por se tratarem de dois adolescentes. Transformando assim sua vida em um verdadeiro caos.
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| O sorrisso de quem conseguiu fugir com o amante e colocar a irmã gêmea no seu lugar - Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
NOVO ENREDO
Diferente de todas as versões anteriores, aqui Paola quer o divórcio de seu marido para fugir com o amante traficante de armas, deixando sua filha com o marido. O que a impede a princípio é o fato de ser a primeira dama do país. Assim sendo, ela decide procurar a irmã gêmea de quem foi separada para armar o plano que salvaria seus desejos de liberdade. Trazendo a irmã para o México por meio de uma falsa doação para a instituição para a qual a irmã trabalha, ela a sequestra e a obriga a se passar por ela por 15 dias apenas. Dessa vez com a ajuda de sua secretária pessoal e do mordomo de sua casa, obriga a irmã aceitar a usurpação, caso contrário mataria a mãe de ambas. O grande diferencial aqui é que o plano real de Paola é matar a irmã para forjar a própria morte e viver feliz com seu amante. O primeiro capítulo já traz tudo isso e termina com o atentado contra a vida de Paulina, que claro, sobrevive, para a ira de Paola.
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| Vish! Um corpo caido. Paola o que você fez?. Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
É inegável o investimento que a Televisa tem feito no projeto “Fabrica de Sueños” e nas novelas principalmente do horário nobre mexicano. Só para construir a mansão presidencial que dá cenário a novela foi investido 10 milhões de pesos mexicanos (2 milhões de reais), foi investido no total cerca de 50 milhões de pesos (cerca de 10 milhões de reais) para as externas e demais cenas da série. Uma das produções mais caras da Televisa. Isso se dá a perceber no tratamento de imagens e boa direção de cenas da série, que não deixa a desejar em nada para produtos americanos (ao menos por enquanto) e de serviços de streaming, como Netflix. A produtora Carmen Armendariz (que também produziu Yago), trouxe aqui um trabalho requintado que salta a tela. Ao longo de quase 4 meses de gravação, pôde-se fazer um belo trabalho.
EXPECTATIVAS
A Televisa tem tentado se firmar na produção de novelas e séries mais requintadas, principalmente desde 2016, é sabido que ainda não conseguiram um grande produto pois o público parece ainda estar preso ao formato de novelas despretensiosas que o canal levou ao ar por meio século. Mas é inegável que a qualidade das novelas deu um salto gigantesco nesses últimos anos. “La Usurpadora” tem tudo para ser uma grande série, e se a audiência não corresponder a um fenômeno como antes, terá valido pelo simples fato de ousar em contar novamente essa história se afastando dos clichês e trazendo novos ares para a atração.
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| Cadê o meu conhaque Paola? Nada disso nessa versão. Queta Lavat interpreta Vovó Piedade no remake de "La Usurpadora" - Créditos: Televisa S.A/Las Estrellas - Reprodução: Twitter |
IMPRESSÕES
O primeiro capítulo deixou um gostinho de série que prende o público e que mal pode esperar para ver o seu desenrolar. A quantidade de capítulos, 25, propicia que a história se desenvolva rápido e o público não se canse com os dramas de sempre. A atuação de Sandra, principalmente como Paola foi um show a parte, em nada lembra Spanic, e nem precisa lembrar. A Paola aqui não é a de 1998. E o primeiro embate entre ela e a Vovó Piedade (Queta Lavat) já deu um gostinho doce do que há por vir. Paola aqui também é mãe de Lisette (Macarena OZ), que sofre bullying da própria mãe por ser gorda, e madrasta de Emilio (Gérman Braco), que sofre de alcoolismo. Resta saber se aqui Paulina conseguirá reerguer a família que está mais desestruturada que na última versão. A série me pareceu uma grande produção que pode cativar o novo público consumidor de séries.
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Você já assistiu? O que achou dos primeiros episódios? Conta pra gente. Vamos conversar.
Sucesso com Angelique Boyer "Abismo de Paixão" está de volta nas tardes do SBT
Por: Danny De Moura 18:03:00 novelas , recentes
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Pôster Promocional da Novela "Abismo de Paixão" - Créditos: SBT
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Após rumores de que "A Feia Mais Bela" seria reprisada nas tardes de novela do SBT, a emissora surpreende e anuncia um sucesso de 2017.
A novela "Abismo de Paixão" produzida por Angelli Nesma Medina, protagonizada por Angelique Boyer e David Zepeda foi escalada para ser a substituta de "A Dona" na faixa de "Novelas da Tarde" no SBT.
"Abismo de Paixão" é uma história de amor que nasce em um povoado tradicional e pitoresco de Yucatán, dedicado ao cultivo de pimenta. Augusto Castañón e Estefanía Berger de Castañón são os pais de Elisa.
Com eles vivem Carmina, a irmã de Estefanía, que foge do povoado com Rosendo Arango; e Alfonsina, a esposa de Rosendo, que alerta Augusto sobre o ocorrido. Por sua parte, Estefanía tenta convencer Rosendo a não abandonar sua família, mas um acidente de carro termina com a vida de ambos. Carmina aproveita para fazer com que Augusto acredite que sua esposa era infiel a ele.
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Pôster Promocional da novela "Abismo de Paixão" - Créditos: SBT
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Anos mais tarde, Damián regressa ao povoado, agora adulto e comprometido com Florencia Landuchi, a quem conheceu durante o período em que esteve estudando no internato da Itália. Paolo Landuchi, tio de Florencia, fica impressionado com a beleza de Elisa, mas como não lhe faz caso, ele tenta abusá-la, tendo Carmina como sua cúmplice.
Damián se apaixona por Elisa e é correspondido, o que faz com que seu antigo amigo, Gael, se torne seu rival, já que ele também ama Elisa, desde a infância.
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| Pôster Promocional da novela "Abismo de Paixão" - Créditos: SBT |
A novela será exibida às 18h15 sendo antecedida pela série "Milagres de Nossa Senhora" na grade vespertina da emissora.
E você assistiu a novela "Abismo de Paixão" em 2017? Deixa aqui sua opinião nos comentários.
CRÍTICA: Sintonia, uma realidade brasileira que o mundo agora conhece
Por: Hiago Júnior 00:14:00 #Crítica , #EmEquipe , crítica
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| Bruna Mascarenhas, M.C. Jottapê, Christian Malheiros em cena da série "Sintonia" - Créditos: Christian Gaul/Netflix |
A minissérie "SINTONIA" é a nova produção brasileira da Netflix e tem alcançado um retorno considerável no mercado nacional e até internacional. Com uma roupagem bem visceral, apresenta seus acontecimentos de forma nua e crua, sem maquiagens ou situações que divergem do atual cenário das favelas no Brasil.
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| Os atores Christian Malheiros, Bruna Mascarenhas e Jottapê em cena da série "Sintonia" - Créditos: Rafael Morse/Netflix |
Sinopse
Contada pelas perspectivas de três personagens, a história de Sintonia explora o universo da música, crime e religião na capital paulista. Doni, Nando e Rita cresceram juntos na mesma favela, onde foram influenciados pelo sorteio do tráfico de drogas e da igreja evangélica.
Apesar de seguirem caminhos muito diferentes, os três amigos de infância acabam percebendo que, para alcançar seus sonhos, precisarão confiar e apoiar um ao outro durante essa jornada.
Tema factual
Uma produção de Losbragas, Kondzilla e Netflix - Sintonia - estreou no dia 09 de agosto no catálogo da plataforma de streaming.
Com produção executiva do quarteto Felipe Braga, Jason George, Rita Moraes e Alice Braga, a minissérie é o fiel retrato das favelas das grandes capitais brasileiras com o viés da comunidade que ali habitam: seus medos, esperanças e sonhos.
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| Jottapê e Christian Malheiros em cena da série brasileira da Netflix "Sintonia" - Créditos: Rafael Morse/Netflix |
Amizade verdadeira
Três universos diferentes que convergem em um único pilar sólido: A amizade, estabelecendo assim o que o nome da série diz, a sintonia entres três jovens da periferia que mesmo vivenciado as mazelas e alegrias da adolescência, são unidos pelo amor, medo, amizade e respeito.
Mc Doni é o único que possui estabilidade entre os três amigos, estuda, tem boa casa, ajuda o pai no comércio, mas seu sonho é ser funkeiro, algo que causa certo conflito na família.
Nando já é pai, tem sua esposa, porém se envolve no tráfico para dar uma vida melhor para a família, e para se tornar um homem de confiança do chefe do tráfico, faz coisas espúrias que o leva a ter crises de consciência, quanto a Rita, como ela gosta de dizer, vive de seus trampos, mas é na religião que encontra conforto e a paz que tanto procura, nesses três universos opostos, se convergem o amor e o respeito por esses que são mais do que amigos, são irmãos de mães diferentes.
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| Jottapê e Leilah Moreno em cena do seriado da Netflix "Sintonia" - Créditos: Rafael Morse/Netflix |
Sucesso na internet
Sintonia é a primeira produção de série do maior canal de funk do mundo, Kondzila, o roteiro trás uma linguagem coloquial, que por vezes precisamos ir na "Wikipédia" pesquisar o significado dos neologismos, até então desconhecidos para as outras parte do Brasil. Uma série que mostra a realidade da periferia brasileira, onde a música e a religião se tornam alternativas contra o crime, Sintonia se revela promissora e já anseia para uma nova temporada.
O sucesso já é tão grande que o clipe com a música do personagem MC Doni até o momento já ultrapassou a marca de 10 milhões de acessos. É ou não é um sucesso mano!
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| Danielle Olímpia e Bruna Mascarenhas em cena da série "Sintonia" - Créditos: Rafael Morse/Netflix |
Sem enrolações
O departamento de cinematografia da minissérie conduzido por Felipe Hermini (Status Solteira) e Lito Mendes da Rocha (Felizes para Sempre?) forma a junção perfeita entre a ponte fotografia e direção; a linguagem é próxima do dialeto usado nas favelas e conversa bem com o telespectador. E o fato de ser uma produção brasileira abrilhanta ainda mais o produto, que passa a ganhar ares de séries americanas, tamanha a qualidade nos takes e sequências.
Por tratar-se de uma série diminuta não há a existência de furos de roteiro, muito menos erros de continuidade. É fluído e preciso, sem cansar ou tratar o público como idiota.
Trio maravilha
Christian Malheiros (Nando), Jottapê Carvalho (Jottapê) e Bruna Mascarenhas (Rita) sem dúvida alguma são os grandes acertos da minissérie. O entrosamento do trio é uma jóia preciosa, e tudo na comunhão de um bom roteiro, trilha sonora e atuação, tornam o produto SINTONIA, uma aventura intensamente estimulante.
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As mazelas da sociedade mostradas na tela da sua TV, smartphone, computador ou quaisquer outras formas de acesso pela Netflix. Sintonia é a realidade brasileira, vezes escondida, mundo afora e que agora tem forças para gritar: "Estou aqui".
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