Aparato do Entretenimento: CRÍTICA: Dark - 3ª Temporada: O fim de um ciclo
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CRÍTICA: Dark - 3ª Temporada: O fim de um ciclo

Créditos: Netflix

Enfim chegou o Apocalipse em Winden, mas ao contrário do que o senso comum acredita, apocalipse não tem nenhuma relação com fim, muito menos com o começo de algo, mas sim é uma revelação. E foi nos revelando finalmente no dia 27 de junho de 2020, que se encerra a jornada da eleita melhor série da Netflix, com um texto bem amarrado, com um elenco de talento, cenografia e trilha sonora mais que perfeita, e uma direção impecável, a serie alemã veio e não deixou nada a dever para os parâmetros hollywoodianos. Uma jornada épica e inesquecível, com o roteiro bem escrito e que encantou o mundo todo.

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Créditos: Netflix


Nessa última etapa da saga, o tão esperando ou não, apocalipse, finalmente aconteceu na cidade de Winden, isso nos dois mundos que agora sabemos que coexistem. Após descobrir que Martha (Lisa Vicari) vem de uma realidade paralela, na qual o apocalipse também acontece, Jonas (Louis Hoffmann) precisa entender como essa nova realidade da pequena cidade alemã pode interferir em seu próprio destino. 

Créditos: Netflix

Quanto aos demais personagens que ficaram na teia de tempos e mundos diferentes, continuam lutando por uma forma para quebrar ou manter o famigerado ciclo, que agora modifica não apenas o tempo, mas também o espaço. São dois mundos complementares, divididos pela luta entre a luz e a escuridão, o amor e o destino.

Fonte: Netflix e Youtube

Assim como correu na segunda temporada, a terceira temporada ligou e explicou todos os trechos soltos, e histórias não terminadas, os porquês até então não respondidos, foram explicados, e até mesmo conseguimos compreender porque que alguns personagens que amamos precisaram sofrer, justificando assim os eternos loops no tempo que foram enfim ceifados.



Créditos: Netflix

Foram necessários 33 anos para frente e 33 anos para trás, para que pudéssemos entender que a vida pode sim, ser feita de escolhas, e que nada está determinado, somos responsáveis por aquilo que fazemos em nossas vidas, e que as consequências são resultadas dessas escolhas. Quando finalmente entendermos a terceira dimensão, em como ela influenciou a criação dos outras três, podemos assim dimensionar o tamanho dos vais e vens, de quanto tudo aquilo não era necessário, e como uma simples conversa, um obrigado e um pedido de desculpa pode literalmente salvar vidas.


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Créditos: Netflix

Os 8 episódios interligam e amaram os outros 18 das temporadas anteriores, nos revelam o mapa das famílias, e como ele foi refeito. As gratas surpresas ficaram por conta da personagem Claudia Tiedemann (Julika Jenkins), em como ela se mostrou a melhor personagem, e a personagem mais odiada, Hannah Kahnwald (Maja Schöne), por incrível que pareça, e de certo forma justa, foi redimida. 

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Créditos: Netflix

Um fim épico e satisfatório de uma obra prima, deixa saudades, uma trama que ainda dará muito tempo para discussão e debates entre os fãs, se consolidando mais uma vez como a melhor série da década.


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