Aparato do Entretenimento: The Morning Show: mais que um matinal, um celeiro de intrigas
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The Morning Show: mais que um matinal, um celeiro de intrigas

Pôster promocional da série - Créditos: AppleTV

Em primeiro de novembro a AppleTV fez sua estreia na guerra dos serviços de streaming, universo esse já liderado pelas gigantes Netflix, Amazon Prime e no Brasil pelo Globo Play, e como era de se esperar, por ser uma empresa com receita de investimento bilionário. 


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Segundo o  Financial Times, o orçamento da Apple para o serviço de streaming – foi estimado em cerca de US$ 1 bilhão e aumentou para US$ 6 bilhões, mostrando assim que o gigante da tecnologia não veio para brincar, mas sim para lutar, quem agradece esse investimento é o mundo das artes, mais serviços, mais concorrência e por ventura mais qualidade e opção de escolha para o assinante.  

  
E como mostrou que veio para ficar, em sua estreia, a AppleTV já chegou lançando três series, e cada episódio custou cerca de 15 milhões de dólares, mas o destaque dessa coluna vai para o show produzido e estrelado por duas das maiores estrelas de Hollywood, Jennifer Aniston e Reese Withersspoon, que dão vida respectivamente a Alex Levy e Bradley Jackson, em The Morning Show, que narra os bastidores de um típico programa matinal americano vinculado na fictícia UBATV, é nesses bastidores que as protagonistas irão se enfrentar.


Jennifer Aniston e Reese Withersspoon em pôster promocional da série - Créditos: AppleTV

O ponto de partida da história, começa quando a personagem de Jennifer Aniston, Alex Levy, após 15 anos apresentando o programa ao lado de Mitch Kessler personagem de Steve Carell, informará em rede nacional que o colega foi demitido por assédio sexual.


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Enquanto isso se desenrola em Nova York, em uma emissora menor, na Virgínia Oriental, uma repórter idealista e revoltada com as injustiças, vira sensação na internet, o que a faz ser convidada para dar uma entrevista para o The Morning Show, o que levara a personagem de Reese Withersspoon ser envolvida na história e indo apresentar o programa ao lado de Alex Levy, com quem acabará desenvolvendo uma grande rivalidade. 

Mitch Kassle  vê sua vida virar de cabeça para baixo do dia para a noite, se declara inocente, e questiona em rede nacional o movimento #MeToo, que significa eu também, que foi um movimento feminista, apoiado por famosos e políticos nos EUA, o qual chamou a atenção para denúncias de mulheres contra abuso sexual no ambiente de trabalho. Em The Morning Show, o #MeToo abre caminho para a trama se apoiar nos entrelaçamentos das relações pessoais e profissionais dos personagens, criando assim histórias paralelas e interessantes a serem acompanhadas. 


Os dois primeiros episódios de The Morning Show, por serem introdutórios, se mostram arrastados e lentos, até que a partir do terceiro, engata de vez, se torna ágil, roteiro sem furos, com uma temática social sobre o assédio feminino no trabalho sendo discutido de maneira correta e direta, como era de se esperar, Jennifer Aniston encarna uma personagem tocante e madura, o que nos faz esquecer completamente a inesquecível Rachel, enquanto Reese Withersspoon chama para si a responsabilidade de uma personagem feroz, mas ao mesmo tempo sensível e humana


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Com 10 episódios na primeira temporada, um liberado sempre às sextas-feiras, The Morning Show já foi renovada para mais duas temporadas, sinal de que seus produtores acreditam no programa, e que muito história ainda está por vir.

Ouça o podcast sobre a série



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