Aparato do Entretenimento: "Rita" a professora politicamente incorreta que todos gostariam de ter

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"Rita" a professora politicamente incorreta que todos gostariam de ter


Poucas séries me encantam desde o piloto, não sei, talvez seja a delimitação de um todo que faça observar outros fatores. Pois bem, com "Rita" o comportamento foi bem diferente.

Quem me acompanha aqui no site ou nas redes sociais, sabe muito bem que trabalho com educação. Os pormenores, equívocos, alegrias. E este é o cenário da série dinamarquesa da Netflix. 

"Rita" é um produto a frente do tempo, aliás, Rita é muito a frente de toda composição de mãe e de família. Se você procura um estigma de família e conceitos padrões de sociedade, então meu caro, fuga da Rita. Ela é justamente o contrário.

Produzida e exibida pelo canal TV2 da Dinamarca, a série narra o cotidiano da protagonista Rita [óbvio], uma professora politicamente incorreta e seus três filhos. Com três temporadas disponíveis na Netflix o seriado ganhou o selo "Original" após notoriedade nos EUA. Tanto sucesso fez, que a Netflix além de distribuir a série, também alocou pessoal para co-produzir juntos a 3ª temporada.  



Mille Dinesen (Rita) vive uma professora nada típica [é sério], que vive conforme seus parâmetros de "certo e errado". Com três filhos, divorciada, quase alcoólatra, fumante, morando dentro do próprio terreno da escola onde leciona, por muitas vezes é frustada, atitude que desencadeia a insegurança em seus filhos. 

Por outro lado, mesmo sendo "fora dos padrões" Rita é uma mãe aberta para o diálogo, presente, comunicativa [a sua maneira] e convicta com seus ideais. 

Por ter como cenário uma escola, as problemáticas comuns entre jovens nesta faixa etária são trabalhados. E como ninguém. De uma forma aberta, sem rodeios e nem maquiagens. Na lata. Sexo, drogas, homossexualidade, déficit de atenção, problemas de interação social, insegurança familiar, traição e separação, por exemplo, são apenas alguns dos temas discutidos na série.    

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Roteiro

Produzida pela SF Film Production, TV2 e Netflix, a série apresenta um roteiro bem preparado. Começa e termina de forma coesa e demanda de um bom "amarramento" entre episódios, continuidade está necessária em séries dramédias. 

Atuação

Mille Dinesen (Rita) é um show a parte, sua professora sem noção e nada convencional trazem um frescor a série. Carsten Bjørnlund conhecido pela série "The Killing" dá vida ao diretor Rasmus, medroso e apaixonado por Rita, garantem juntos cenas de sexo engraçadas e cheias de drama. Lise Baastrup (Hjørdis) é a professora perdida, iniciante e que ainda pisa em ovos. Foge de encrencas e que mesmo assim adora sua profissão. 

Nikolaj Groth (Jeppe Madsen), Morten Vang Simonsen (Ricco Madsen) e Sara Hjort Ditlevsen (Molly Madsen) são os filhos de Rita, e amigos Netflixzeiros, são muito f***. Cada qual com seus problemas e demônios a derrotar. Atuação nível de premiação. Muita naturalidade.   



Dublagem

Não é péssima, nem de longe é ótima. Meio termo. Assistível. Se o dinamarquês não lhe agradar, taca o dublado que funciona da mesma forma. 


Enfim, recomenda ou não?

Sem sombra de dúvidas sim. A série navega muito bem por temas tabus da sociedade e as apresenta de forma normal. É digerível e de fácil compreensão, os personagens são cativantes e Rita, como diria a saudosa Hebe, Rita é linda de viver. 

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