Aparato do Entretenimento: Dexter, o monstro mais amado

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Dexter, o monstro mais amado




Boa noite galera! Minha coluna é sempre aos domingos, mas resolvi buscar novos ares. Por causa disso estou aqui em plena quarta trazendo mais um texto. 

Quem nunca ouviu falar em serial killer? Em Dexter? Se você esta por fora, não desanime e nem pense em parar de ler, esta na hora de saber mais.

Let's go friends!


Dê play no vídeo e aprecie uma boa música enquanto lê 
                                                                 
                                                                                                                                                                  
     

“Dexter” é uma série americana centrada em Dexter Morgan, um assassino em série que  trabalha como analista forense, especialista em padrões de dispersão de sangue, no departamento de polícia de Miami-Dade.


O perito em borrifos de sangue é o protagonista da trilogia escrita porJeff Lindsay, que deu origem a uma das séries de TV mais aclamadas e legais da atualidade. A primeira temporada foi, em grande parte, baseada no livro “Darkly Dreaming Dexter”. As temporadas seguintes evoluíram distintamente das obras literárias.


Dexter apresenta sintomas de transtorno de personalidade anti-social e esquizofrenia, típico diagnóstico de psicopatia. Como um “bom” anti-social, Dexter não respeita leis de moralidade. São recorrentes e frequentes em Dexter as alucinações do seu falecido pai. Movido pela crença, bastante excêntrica, de que é um agente em prol da purificação do mundo. Dexter apresenta os três maiores traços característicos da psicopatia: ausência de emoções, obsessão pelo controle e sadismo.


Mas existem, de fato, acontecimentos que podem servir de justificação para o comportamento de Dexter: primeiramente, o fato de ter assistido ao assassinato da sua mãe, quando era apenas uma criança e ter ficado dias coberto com o sangue dela, até ser encontrado, moldou, indubitavelmente, a sua vida. Este evento explica a obsessão de Dexter por sangue, bem como a sua “anestesia” perante as emoções: ele não consegue ligar-se às suas emoções, exceto quando mata. Ou seja, não é que ele não as possua, mas precisa matar para as sentir, consequência do trauma que sofreu.


É comum para os serial killers levarem troféus ou souvenires de suas vítimas para casa, a ideia é que assim possam admirar o trabalho bem feito e sentirem-se bem consigo mesmos. Com Dexter não é nem um pouco diferente, só que ao invés de colecionar cabeças como faz o também assassino fictício Kevin da obra de Frank Miller, Sin City, Morgan coleciona lâminas de laboratório com uma gota de sangue de cada vítima que ele matou. De novo, a mania de organização e limpeza, afinal um pedaço de vidro é muito mais fácil de guardar do que várias cabeças de prostitutas.



O transtorno de personalidade de Dexter não tem cura. É uma disfunção no sistema límbico e no córtex pré-frontal do cérebro, impossível de reverter, até agora. Ao contrário do que a maior parte das pessoas pensa, Dexter não é louco, pelo contrário, é extremamente racional.


Gostou? Então assista ao primeiro episódio da 1ª temporada da série 



Agora sim me despeço de vocês!
Hasta la vida, baby!

Felipédia

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