Aparato do Entretenimento: A Lenda da Mulher da Meia Noite

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A Lenda da Mulher da Meia Noite



Como esta indo o Carnaval? Espero que esteja sendo ótimo. Bom na semana passada eu falei sobre... (LEIA AQUI) e os visitantes do Blog gostaram bastante. Deixo aqui então meu "Muito Obrigado". Agora que já agradeci, vamos então dar sequencia ao tema da coluna de hoje... Quem gosta de Lendas Urbanas? Pois saibam que esta é a aposta de hoje. Chame os amigos medrosos!





Como de costume, uma música para aguçar a leitura. Clique em PLAY.
 

Continuando...


Conhecida como Dama de Vermelho ou ainda Dama de Branco, etc. Enfim trata-se de uma lenda urbana que nada mais é do que um mito universal. Ocorre nas Américas e em toda Europa, de onde se remonta a origem dessa lenda. Trata-se de uma aparição na forma de uma bela mulher, normalmente vestida de vermelho, mas que pode ser também vista trajado de branco. Alguns dizem que é uma alma penada que não sabe que já morreu, outros, entretanto afirmam que é o fantasma de uma jovem assassinada que desde então vaga sem rumo e que pela forma brusca e violenta não aceita sua morte. Um fato curioso em relação aos relatos ligados à essa figura é o de ela não aparecer à meia-noite, e sim, desaparecer nesse horário. Linda como é, parece uma jovem normal. Alguns relatos dão conta de que ela gosta de se aproximar de homens solitários nas mesas de bar, senta-se com ele, e logo o convida para que a leve para casa. Encantado com tamanha beleza (e sorte), todos topam na hora. Eles seguem o caminho a pé, conversa vai, conversa vem logo chegam ao destino dela. Parando ao lado de um muro alto, ela então diz ao infeliz do acompanhante: "É aqui que eu moro...". É nesse momento que a pessoa se dá conta que está ao lado de um cemitério, anexo a uma igreja e antes que possa dizer alguma coisa, ela desaparece, e nessa hora, o sino da igreja anuncia que é meia noite, cabe ao sujeito retornar para sua casa, caso não tenha tido um enfarte na hora, e ter uma estória macabra e interessante pra contar, ou bancar o garanhão de mentira e dizer que fez e aconteceu com a mulher (bonito se ela vier pra desmentir) . Outras vezes, ela surge, de noite, nas estradas, ocasionalmente desertas ou em madrugadas de chuva e neblina, (nota-se o porquê dessa lenda remontar suas origens na Europa) pedindo carona ou fazendo sinal para um táxi. Então, entra no carro e pede ao incauto motorista que a acompanhe até sua residência. E, mais uma vez a pessoa só percebe que está diante do cemitério, quando ela com sua voz suave e encantadora diz: "É aqui que eu moro,- e ainda completa- não quer entrar comigo...?". Arrepiado da cabeça aos pés, a única coisa que a pessoa vê, é que ela acabou de sumir diante dos seus olhos, sem nem mesmo abrir a porta do carro, à meia-noite em ponto, justamente ao soar do sino da igreja.

Até a semana que vem, e cuidado com a Dama de Vermelho.

Felipédia 

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