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Amor de mãe, as inesquecíveis mamães da ficção



Amanhã é dia de celebração, Dia das Mães, data comemorativa importante afinal de contas Mãe é Mãe e temos somente uma. Então antes de tudo abrace a sua, dê um belo beijo e diga de coração tudo que sente. 

A televisão brasileira tem apostado em tramas dos mais diversos nichos, atendendo assim uma faceta da população bem mescla. E neste núcleo seleto algumas "mãezonas" ganharam destaque no decorrer das décadas, por demostrarem empenho e amor incondicional para com suas crias. Relembre algumas comigo. 
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Dona Lola - Éramos Seis




"Éramos Seis" foi escrita por Sílvio de Abreu [hoje na Rede Globo] e pelo jornalista Rubens Edwald Filho. Trata-se de uma adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré que ganhou nas mãos da dupla a quarta versão para a televisão. Dirigida pelos renomados diretores Henrique Martins e Del Rangel e com assinatura final de Nilton Travesso. Sendo a única novela do SBT a ganhar um Troféu Imprensa. 

Trama simples que retrata o cotidiano da família de Dona Lola vivida pela veterana Irene Ravache. Visceral, mostra sem "maquiagens" o passar dos anos na construção moral e social de seus filhos, o empenho na criação dos mesmos e a entrega total de uma mãe que sonha em dar o melhor. 

Uma boa notícia: "Éramos Seis" tem todos os seus capítulos disponíveis no YouTube. 

Rochelle - Todo Mundo Odeia o Chris



Descontrole, palmadas e muito amor. Rochelle é bem isso. Uma mãe que cria seus filhos à moda antiga. Rígida, cobra a todo momento o melhor de seus filhos, ensina os afazeres do dia a dia e mostra os aspectos positivos e negativos do convívio humano. Rochelle é amor espalhafatoso. 

Dona Florinda - Chaves




Rei, querubim, coração... Trecho da frase memorável dita por Dona Florinda na busca de seu filho Quico. Preocupada, zelosa, compreensiva [até certo ponto], fazem de Dona Florinda uma mãe que vale a pena relembrar. 

Criada por seu marido Roberto Bolaños, o Chaves, Florinda é o reflexo de uma dona de casa que além dos afazeres da casa, cria seu filho, sozinha como tantas outras mães ao redor do mundo. 

Helena - Por Amor




Produzida pela TV Globo em meados de 1997/1998, "Por Amor" escrita por Manoel Carlos, com a colaboração de Maria Carolina, Vinícius Vianna e Letícia Dornelles mostrou um enredo diferente. Amor mais do que incondicional.

Helena vivida por (Regina Duarte) amava tanto sua filha Maria Eduarda (Gabriela Duarte) que não pensou duas vezes e colocou seu bebê recém-nascido no lugar do neto, que morreu logo após o nascimento. Se isso não é entrega total, realmente precisamos rever conceitos.

Recentemente o canal por assinatura Viva reprisa a trama de Manoel Carlos. Não perca essa chance, ok?

Dulce - Morde e Assopra




Se tem um núcleo que Walcyr Carrasco acertou nesta "bomba" que foi "Morde e Assopra foi o da faxineira Dulce (Cássia Kis Magro) e seu filho Guilherme (Klebber Toledo). Confesso que é difícil não se emocionar vendo as cenas de amor que são emanadas de Dulce, que em troca troca apenas desprezo. O pior é crer que cenas ficcionais como estas acontecem todos os dias. 

Lorelai - Gilmore Girls




Essa merece destaque, pois seu foco é justamente no convívio entre mãe e filha. "Gilmore Girls" série produzida pelo canal americano CW despontou nos anos 2000. Tamanho seu sucesso ganhou um retorno, anos após seu encerramento. Deste 2016 sua temporada mais recente pode ser vista através da Netflix sob o título de "Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar".

Lorelai fez escolhas erradas na vida, foi mãe muito jovem e criou sua filha sozinha, mesmo assim não se abateu e colocou sua "vida de lado" para proporcionar a sua filha Rory uma condição de vida melhor, que segundo ela viria somente após a formação na faculdade.

Beverly Goldberg - The Goldbergs 




Uma das minhas séries favoritas: "The Goldbergs" é a evidência real de como uma família dos anos 80 se comportava. Não conhece? Não perca tempo, no Brasil a série é transmitida pelo Comedy Central Brasil.

Beverly Goldberg é a mamãe que todos queriam ter, preocupada [até demais], companheira [até demais], acessível e aberta para o diálogo [até demais]. Fatores que acabam mais atrapalhando do que ajudando, mas que no final tiram várias risadas. Ensina através de suas lições atrapalhadas. 

Frankie Heck - The Middle


Confesso que tenho um amor especial por "The Middle", talvez por ser produzida pela ABC [love you] ou simplesmente por ser simples e retratar o cotidiano de uma família convencional com seus problemas e que busca por soluções. No Brasil já foi exibida pelo SBT [até ser pisoteada pelo "SBT Notícias"] e atualmente pode ser vista na Warner Channel.

A mãezona da série é Frankie Heck vivida pela exímia atriz Patricia Heaton. Frances é abnegada com a casa, refeições, empregos, porém ligada na vida de seus filhos. Em outras palavras vive aos trancos e barrancos para criá-los da melhor maneira possível.
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Existem outras inúmeras mamães que merecem destaque por sua trajetória na TV mundial, entre elas Marge Simpson, Dona Pinuca do seriado brasileiro "Doce de Mãe" interpretada por Fernanda Montenegro, Dona Nenê da extinta: "Grande Família", Helena da novela "Laços de Família", assim como a Maria do Carmo de "Senhora do Destino". 

Sentiu falta de alguma mãe? Comente! Um abração na sua mãe e até a próxima.

Siga-me no Twitter: @Hiago__Junior   



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